sexta-feira, 26 de junho de 2009


Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um
marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego
que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo
, o trabalho e os afazeres ocupavam-lhe
o tempo todo e a sua vida estava deficitária em
algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava
dos filhos,se surgiam problemas, ela deixava de lado
o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram
sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio,
deu-lhe um presente: uma flor muito cara e raríssima,
da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.
E disse-lhe: - Filha, esta flor vai ajudar-te muito
mais do que imaginas! Tens apenas de
regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes
conversar um bocadinho com ela, e ela te dará em
troca o seu perfume maravilhoso e as suas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era
de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o
trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava a casa, olhava a flor e as flores ainda
lá estavam, não mostravam sinal de fraqueza
ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Até que um dia, sem mais
nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
A flor estava completamente morta,as suas raízes estavam
ressecadas, as suas flores caídas e as folhas amarelas.
A jovem chorou muito, e contou ao pai o
que havia acontecido. O pai então respondeu: - Eu
já imaginava que isso ia acontecer, e eu não posso
dar-te outra flor, porque não existe outra igual a esta,
ela era única, assim como teus filhos, teu marido e tua
família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas
tens de aprender a regá-los, podá-los e dar-lhes
atenção , pois tal como a flor, os sentimentos
também morrem. Acostumaste-te a ver a flor sempre
lá, sempre florida, sempre perfumada, e esqueceste
de cuidar dela. Cuida das pessoas que amas!

E as vossas flores como estão!?

Este texto não é meu...