quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

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Deixou cair o corpo pesado pelo cansaço da vida, em cima da cama que lhe servia de refúgio ás maleitas sofridas ao longo de tantos e tantos dias de solidão...

Tinha chegado o Inverno da vida, os dias teimavam em continuar frios, sentia o corpo mole, tudo lhe doía, até a alma...

Estava cansado, cansado de tudo, da vida.Ás vezes a vontade de desistir era tão grande.

Agora só queria mesmo era sentir o aconchego e o calor daquela cama vazia, sentiu-se afundar no meio dos cobertores, para sentir um pouco de calor.

Assim ficou, em silêncio, seu único companheiro, deixou-se repousar, sem certezas do amanhã.


Pensou, quem sabe não tenho a sorte de repousar para sempre, acho que já mereço!
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

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...a vida tem destas coisas, foi o que pensou ....

Já não se lembrava da última vez que fizeram amor amando,o que era um acto de prazer passou a ser um acto impensado, apenas uma vontade de matar uma sede urgente de extravasar energias, já não importava com quem.

Deu consigo muitas vezes perdido em abraços ofegantes e suados que depois se transformavam num ninho onde repousava o cansaço de mais uma noite saboreada a dois.

O sono era uma viagem onde partilhavam os mesmos sonhos, entrelaçados um no outro num nó tão apertado que os fazia respirar o mesmo ar como se fossem um só...e foram um só muitas e muitas vezes...

E agora!?? que foi feito de tanta paixão?

Não sabia a resposta...


Tudo tinha começado de um jeito meio envergonhado, conseguia lembrar como se fosse hoje,com pequenos toques que aos poucos se transformaram numa entrega sem reservas á vontade de explorar cada pedaço de cada um até se fundirem num só...tudo parecia mágico, mas o amor é mesmo assim, Mágico!


O que fazer sem ele!? Sentia-se perdido...só!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Reclamação...








Uma mulher lindíssima e atraente que está num bar, faz um gesto gracioso para o barman que imediatamente se aproxima. Quando ele chega, ela muito sedutora, começa a acariciar-lhe o cabelo, a barba, passando os dedos e as mãos vagarosamente pelo seu rosto e pergunta-lhe:


- Você é o proprietário? -.

- Não! - responde ele.

- Você podia chamá-lo? Preciso falar com ele! - diz ela afagando o cabelo ao barman.

- Acho que não poderei ajudá-la, pois ele não está cá hoje. - diz o barman já profundamente excitado com a situação. - Posso fazer algo por si? - pergunta ele.

- Claro que pode! Preciso que lhe dê um recado - diz ela, massajando-lhe a barba, enfiando-lhe dois dedos na boca e deixando que ele os chupe levemente.

- Diga-lhe que não há papel higiénico, nem sabonete para lavar as mãos, na casa de banho das senhoras!